sábado, 19 de março de 2011

Futebol Internacional- Liga dos Campeões


Esta semana tiveste a 2ª mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões e da Liga Europa.
Na terça-feira 2 bons jogos, com destaque para o Bayern Munique – Inter. Com 2 equipas a tentar ganhar num jogo de parada e resposta. Na 1ª parte claro sinal mais do Bayern Munique com um ataque irrequieto no qual se destacavam o trio atrás do ponta de lança composto por Muller, Ribery e Robben, de facto quando em forma um dos melhores ataques da Europa, contudo foi o Inter que marcou primeiro com um golo logo no inicio do jogo do inevitável Eto’o, mas o Bayern não tardaria a responder e após um erro de Júlio César, Mário Gomez de costas para a baliza faz o empate. Apesar de o empate servir o Bayern continuou a atacar (ao bom estilo de Van Gaal) e foi sem surpresa que chegou ao segundo golo, surpresa foi talvez não ter conseguido mais do que o segundo golo e isso lhe ira custar caro.
Na segunda parte o jogo foi diferente, com o Inter a entrar de outra forma e a demonstrar acreditar que ainda era possível a qualificação, e foi assim na base da crença que ao segundo remate direccionado à baliza o Inter marcou, por Sneijer, depois de uma assistência de Eto’o. Este foi talvez o momento de mudança da partida, pois notava-se o receio do Bayern em sofrer novo golo e após a saída de Robben não mais conseguiu importunar Júlio César. E foi assim, ao bom estilo italiano, que numa jogada aparentemente inofensiva e controlada por Breno, Eto’o acreditou que era possível e ganhou o lance ao central para depois fazer um passe de morte para Pandev fuzilar a baliza adversária (terceiro remate direccionado à baliza, terceiro golo!). Estava feita a reviravolta e mais uma vez o Bayern caía aos pés do Inter, mas num jogo que foi um claro hino ao futebol.
No outro jogo do dia que impôs o Manchester United ao Marselha, a lógica permaneceu e apesar de não fazer uma grande exibição o Manchester qualificou-se para os quartos de final com uma vitória por 2-1.
Este jogo veio demonstrar a enorme apetência para o golo do jovem mexicano Chicharito, pois foi ele que apontou os dois golos da sua equipa, para o Marselha o golo foi apontado na própria baliza por Wes Brown.
Quanto ao jogo em si, foi um jogo essencialmente táctico com as duas equipas preocupadas essencialmente em não deixar grandes espaços à adversária, assim não existiram grandes oportunidades de golos, com a diferença a estar no facto de o Manchester ter conseguido transformar em golo as poucas que teve ao contrário do Marselha teve muitas dificuldades.
Na quarta-feira outros dois jogos: Real Madrid – Lyon e Chelsea – Copenhaga.
O jogo de Madrid tinha um sabor especial para os adeptos da casa, pois desde da época 2003/2004 que não conseguia passar desta fase e o ano passado tinha inclusive sido afastado por este Lyon. Contudo este ano muita coisa está diferente, e se existe alguém capaz de superar este tipo de barreiras, este alguém é José Mourinho. Assim foi sem grandes sobressaltos que o Real Madrid construiu um resultado sólido de 3-0, golos de Marcelo (melhor em campo), Benzema e Di Maria, não deixando o Lyon ter praticamente nenhuma oportunidade de golo. Nesta partida além do excelente jogo de Marcelo é de se referir outro jogador, mas não pelas melhores razões, trata-se de Pepe, fez durante o jogo pelo menos 3 faltas (todas elas sem qualquer sentido e num jogo que estava completamente controlado) que a meu ver deveria lhe ter sido admoestado o cartão vermelho directo. Espero sinceramente que a UEFA o puna.
O outro jogo da noite que impôs ingleses a dinamarqueses acabou como começou, 0-0. Não foi um grande jogo com Chelsea sempre a controlar e a tentar marcar o golinho que lhe daria a vitória, contudo a melhor oportunidade foi inclusivamente do Copenhaga com N’Doye (ex-académica) na transformação de um livre a levar a bola a embater no poste. Claramente esta eliminatória ficou arrumada na capital dinamarquesa com a vitória do Chelsea por duas bolas a zero.

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